Sou um ser feliz e de sorte

domingo, 8 de setembro de 2013

EU FUI NUM SHOW DO DIE TOTEN HOSEN!

GANHEI PULSEIRA PRA ÁREA PERTO DO PALCO!

TIREI FOTO QUE VAI PRO SITE. E APARECEU NO TELÃO! DUAS VEZES!

Ok, vamos por partes. Fui pra Mannheim e, já que tinha um palco enorme na frente do castelo e o Luisenpark é caro pra quem não pretendia ficar muito, fui direto pra onde ia ser o show. Lembram que o povo me deu uma bandeira do Brasil? O Lucas Armiliato me disse: "Não faz o fiasco de ficar batendo foto com a bandeira do Brasil toda hora". Bom, a verdade é que eu nunca saí por aí com a bandeira, só que aí pensei: "Se eu não usar a bandeira pra um baita show desses, onde vou usar?". Ok, eu tinha uma esperança de que o Campino visse a bandeira (seria quase o mesmo que me ver), o que não aconteceu, mas outros benefícios vieram. 

Tava eu lá no meio dos alemães que vão em todos os shows do Die Toten Hosen, levam litros de cerveja pra passar as horas, jogam com as latinhas vazias e andam um passinho a mais do que os seguranças querem. Cheguei um pouco depois do 12h. A abertura dos portões tava marcada pras 16h. O início às 17h. Às 14h a coisa já tava movimentada.

Eu tava num canto sozinha enquanto os grupos se amontoavam no meio. Aos poucos o meu canto foi lotando. Aí apareceu outra guria que tava meio sozinha, me ofereceu bolacha e tal. Nisso apareceu um punk amarrando seus coturnos, com uma calça cheia de zípers, moicano (que não era colorido) e três piercings na boca e um no nariz. Já disse que aqui tem muito punk e é tri normal, mas ainda me é estranho ver eles por aí de boa, sem estarem em bandos e sem terem que fazer cara de mau.  

Mas aí que vem a parte engraçada e bonita da coisa. Ele me viu com a bandeira, perguntou se eu vinha mesmo do Brasil e se emocionou quando eu disse que sim. "Que legal isso! Do Brasil! Tu vai pra frente do palco, né? A gente corre e tu chega lá." Pra resumo de história, quando eles abriram os portões do lugar pra ir pra onde seriam conferidos os tickets e feitas a revistas, corremos no meio da multidão, ele chegou na minha frente e, quando eu vi, ele tava me puxando pra frente com ele e... entramos. 

Nem sequer olharam meu ticket. Perguntei umas quantas vezes pra ele como isso se passou, mas eu não entendi. Ao que parece algumas pessoas são escolhidas pra ir bater fotos antes do show que vão pro site (ou foi o que no momento pensei). Ele me puxou pra bater a foto comigo e, quando eu vi, tava pegando duas pulseirinhas com não sei quem. Pulseirinhas pra área na frente do palco, descobri depois. 

Tínhamos uma vantagem com o pessoal não escolhido pras fotos, mas só podíamos correr pro palco quando os outros fossem autorizados. Na hora H, cheguei na metade do caminho e não consegui mais manter o ritmo, era mesmo bem mais longe do que parecia. Depois descobri que foi corrida à toa, já que a minha intenção não era ficar na frente do palco... mas no fim eu acabei lá. Ok, o punk queria guardar lugar pra alguém, não pretendia ficar lá, só que... o tempo que ficamos lá foi o suficiente pra eu passar mal. 

Conforme aumentava o número de pessoas e com a companhia do sol (ao contrário da previsão, nada de chuva lá - já Böblingen quase ficou submersa), senti minha pressão baixando e, em um segundo, coloquei a mão no ombro do punk agarrado a grade pra guardar lugar e quando vi já estava sentada encostada na grade, com um dos alemães próximos me mandando beber a garrafa toda de água e o punk me olhando com cara de preocupado e me oferecendo uma bala pra ver se a pressão melhorava. 

Esse é o momento que a gente pensa no Brasil: quando, QUANDO, que uma guria sozinha aceita o que um cara que ela não conhece pra beber enquanto um punk cheio de piercings oferece uma bala? Eu amo a Alemanha.
O punk ficou tri preocupado porque eu tava pálida (pelo menos isso agora é visível, antes quando eu dizia que tava tonta as pessoas achavam que era invenção). Às 17h ele desistiu de esperar seja quem fosse que ele estava esperando e saímos dali com ele me perguntando toda hora se eu tava bem. Um show para 45 mil pessoas. Não tinha a dimensão disso. Tinham duas ou três alas com pulseiras e era tudo limitado (um dos cuidados, imagino, exigidos pela banda após a morte daquela fã em um show), nada de empurra-empurra ou falta de espaço. Mas pausa na narração pra algumas fotos:

Logo que eu cheguei...

Meus últimos trocados numa cerveja.

Gurizada jogando com latinhas...


Mata-tempo dois em um: deitar no chão e brincar de tirar foto.

Pós a minha entrada. Olha o povo que ficou lá nos invejando. 

Antes do primeiro show.



Foram três bandas de abertura. A primeira começou às 17h20. Ficamos de fora porque o punk disse que não era uma boa, não valia ir lá pra frente. Encontrei outros brasileiros (ou melhor, eles me encontraram, porque né...), expliquei minha situação de ser simplesmente adotada pelo punk (que no momento não estava lá - toda vez que ele ia fazer algo, dizia "já volto, ok?") e ouvi uma das melhores frases sobre os alemães de todos os tempos. Atenção:

"Os alemães são tão, mas tão respeitosos com as mulheres que se Adão fosse alemão, ele e Eva seriam as únicas pessoas da Terra."
(Jorge Rafael)

Ah, antes de falar no show, acho válido registrar duas (especialmente pro senhor Gabriel Buffon Bordin):

- Vi alguém com uma camiseta comemorativa do DTH na Argentina. Desde 1992. Ou seja, Guitar Hero nada tem a ver com a fama mundial deles.

- Vi um cara com a versão antiga e a nova da Gwendoline, mascote do Die Ärzte, tatuadas nas pernas. Uma em cada perna. Ou seja, não tem nenhuma rixa de "ou tu é fã do Die Toten Hosen, ou tu é fã do Die Ärzte". Aliás, uma das partes mais empolgantes do show foi eles tocando "Schrei nach Liebe"

Três shows de meia hora cada um (uma banda era australiana e outra inglesa, a terceira não sei), com meia hora de intervalo entre eles. Às 20h45 Die Toten Hosen subiu ao palco. Praticamente duas horas de show. Fantástico. Não me agarrei ao palco, mas ainda assim tive uma boa visão. Absurdamente fantástico. Vou listar tópicos pra não esquecer de detalhes importantes:

- Logo no começo teve a participação de uma dupla um tanto jovem, Meg n' Jess

- Ao cantarem "Steh auf, wenn du am Boden bist", Campino exigiu que todo mundo sentasse. Se não fizessem isso, o show não continuaria. Quando boa parte estava sentada, ele começou a cantar. Na parte do refrão todo mundo pulou e foi tudo mui meigo. 

- Enquanto tocavam "Hier kommt Alex", o Campino parou a música no meio. Ele tinha se jogado pro público e ficou ali nas grades. Não entendi ao certo o que aconteceu, mas ele mandou retirarem uma guria. Suponho que ela estava já bêbada e derrubou um pessoal por ali. Ele parou a música pra todos se levantarem e quando a guria foi retirada perguntou se todos estavam bem antes de retomar a música.

- O Campino chamou uma guria pra cantar no palco. Da Áustria, o pessoal não a perdoou. Ele mesmo fez piadinha sobre os 3x0 que a Áustria levou da Alemanha na sexta pelas eliminatórias da Copa. Depois dela cantar, ele, creiam ou não, deu um baita beijo na boca da guria. Que dor no meu coração! (Óbvio que isso é bobeira, antes que comecem a se emocionar.)

- Quando tocaram "Freunde", as fotos tiradas antes do show apareceram. A minha com o punk (que se nomeou Tobi) apareceu duas vezes - provavelmente foi uma das primeiras a serem batidas - e eu tava surtando demais pra assimilar de bater uma foto do telão. Até o presente momento as fotos dos shows do fim de semana não estão no site, então não vai ser agora que vocês vão conhecer o meu amigo punk (com o perdão da referência musical). 

- Durante o show vendiam cerveja com copos especiais do Die Toten Hosen. Se vocês lembram, na foto da cerveja aí em cima eu disse que eram meus últimos centavos, então não comprei nada lá. Mas o punk me deu um, olha que lindo! Fora os goles de cerveja do copo dele e dos copos que ele roubava do pessoal que ele reconheceu da outra dúzia de shows que ele foi - sério, todo mundo se conhecia. Perguntei pra ele depois e ele me disse que nos últimos dois anos foi em cerca de 40 shows da banda. Ou seja, basicamente toda a turnê do último álbum. Mas antes que o senhor Buffon antipatize com o meu caro amigo punk, quero dizer que durante o show achei outro copo e que, se ele for legal nos próximos tempos com a minha pessoa e jurar nunca mais me pedir nada na vida, posso dar pra ele o segundo copo. 

- Na primeira despedida da banda, eles se mudaram pra um palco no meio do público, me fazendo perceber que eu realmente estava num lugar de sorte, já que nessa nova posição eu não via basicamente nada. Mas depois eles voltaram pro outro palco e tocaram, entre outras, "Zehn kleine Jägermeinster" (música cuja tradução é uma questão de honra quase, um dia eu consigo). 

Início do show. Um dos últimos dessa turnê.











O Jess

...e a Meg

Campino exigindo todos sentados...

...e conseguindo.

Conferindo se todo mundo obedeceu. 


No palco central.

Eu acho que é basicamente isso que eu posso registrar. Foi fantástico, simples assim. Provavelmente o maior show em que já fui. Notei como o negócio era grande na hora de sair de lá. Ah, sim, o punk fez questão de me levar até a estação. Acho que teria sido mais rápido se eu tivesse ido de trem mesmo, mas ele tinha sido tão legal comigo que eu não podia dizer que não. Óbvio, pra sair do estacionamento foi uma eternidade. 

Cheguei na estão umas 00h15, tive que esperar o trem até à 1h24. Ele chegou em Stuttgart às 3h, mesmo horário que passa o trem pra Böblingen. Mais uma hora de espera. Cheguei em casa umas 4h30. De manhã me enrolei na cama até meio-dia na tentativa de recuperar meu sono, enquanto um alemãozinho ficava entrando e saindo pra ver se eu tava acordada e pra me avisar do café-da-manhã, dizendo pra eu não esquecer de comer quando acordasse (sim, ele dava recados pra uma pessoa que se fingia de morta na cama). Aliás, o mesmo alemãozinho cá está do meu lado, me abraçando e querendo me convencer a brincar - nem que seja de ser massageada, que nem umas horas atrás. 

Ah, sim, minhas lembranças do show:

Atente pra pulseira, senhor Buffon Bordin.
É isso então: vi um show do Die Toten Hosen na Alemanha. O que mais que eu preciso da vida? Ah, sim, um show do Die Prinzen, o que acontecerá no próximo sábado. Viva, viva, viva setembro!

Bis bald!

Ah, antes que comecem a fantasiar minha vida amorosa com o punk: ele tem namorada, sem falar que não demonstrou qualquer segunda intenção. Aliás, troquei contato com as gurias que ele reconheceu lá, mas não com ele. Creiam ou não, os alemães são legais pelo simples fato de que isso os faz feliz. Seria uma beleza se os brasileiros deixassem um pouquinho o jeitinho de fazer tudo funcionar pra si pra ajudar os outros simplesmente por ajudar, né?

6 comentários:

Pandora disse...

Gente que show foi esse?!?!? Uau \o/ Post mais que emocionante esse, fiquei aqui imaginando o momento de Steh Auf, do jeito que sou emotiva tinha caído no choro lindamente. E punks são tão... tão... tão... fofos \o/ E esse seu amigo muito mais, que lindo \o/Adorei o jeito respeitador dos alemães!!!

Enfim, acho que se um dia "Die Toten Hosen" vier ao Brasil eu vou ter que pegar a mochila e ir ver o que acontece. Adorei o cuidado deles com os fãs, acho que vou incluir mais um grupo musical a minha reduzida play list por completo e não só duas músicas.

Pandora disse...

Só juro que não entendi porque tu me avisou do anexo, sou a última pessoa do mundo que fica imaginando romance na Alemanha para tu e tenho uma penca de amigos homens sem terceiras intensões nenhuma.

GrazieWecker disse...

Me emocionei lendo.

Buffon disse...

Caramba! Estou completamente atordoado com esse post.

Raramente comento notícias, textos, fotos aqui na internet, mesmo sendo aqueles escritos por bons amigos. Das poucas vezes que comento, ou é por "obrigação", ou porque é alguma coisa relacionada a música. Portanto, unindo a amizade, a "obrigação" e a música, irei escrever algumas poucas palavras, mas por puro prazer, alegria e pelas sensações que esse texto me causou.

Como você mesmo diz, sou um ser egocêntrico (mentira). Portanto, considero todo esse texto e fotos acima, postados exclusivamente por minha causa e para minha pessoa. Obrigado e favor, não discordar!

Mas vamos ao que interessa então:

* Eu não sabia que tu ia levar a bandeira do Brasil, porém só depois que trocamos mensagens pelo celular, antes do início do show, lembrei da tal bandeira e fiquei torcendo para que você a tivesse levado, pois imaginei que ela poderia vir a ser útil e talvez curioso, para as pessoas em sua volta. E veja só o que lhe aconteceu...

* Momento Reflexão: Sobre o menino punk, o rapaz deve ser um anjo, seu anjo. Só isso explica. Se fosse aqui no Brasil, essa atitude madura e amável do punk, de ajudar você, se preocupar com você, teria uma interpretação totalmente diferente, no mínimo, mas no mínimo diriam que ele queria te levar pra cama. E Santo Cristo, o rapaz te acompanhou até a estação. Meu Deus! Quem faz isso hoje? Não deveria ser algo comum? Fora que se você ajudar alguém, principalmente se for do sexo oposto, todos dirão que é por interesse em algo, por segundas intenções. Humildade e respeito, os meus dois melhores amigos. Impressionante como algumas culturas podem ser repudiantes e outras admiráveis.

* E por que não estou surpreso pelo fato de você ter passado mal? Sério, eu nem me preocuparia contigo se eu estivesse no lugar do menino punk. Afinal, lembro de inúmeras histórias tuas, em que você diz ter passado mal no Vagão e outros tantos shows que foi. Previsível demais!

* E poxa, esse mundo é injusto mesmo. Tantas pessoas que gostariam, que sem matam para ficar na frente do palco e depois de muito esforço não conseguem. Aí vem uma Mosqueteira e seu Anjo Punk, e conseguem ficar na área VIP, praticamente.

* O que me assustou mesmo foi o tal "show para 45 mil pessoas". Que loucura! Mesmo sendo no país natal deles e tudo mais, hoje muita banda de 1° nível mundial não consegue mais juntar tanta gente assim. Quando você falava no show do DTH eu imaginava no máximo umas 15 mil pessoas, em um lugar fechado. Que inocente eu sou! Sério, isso é assustador e surpreendente.

* "... nada de empurra-empurra ou falta de espaço". Você estava a onde afinal? Em um show na Alemanha ou no País das Maravilhas?

* Bom..., você realmente é corajosa, principalmente em aceitar a caridade de estranhos. Se fosse eu aí, começaria a chorar e a gritar pela minha mãe.

* Três bandas de abertura? Isso aí não era um simples show, e sim um Festival.

* A frase do cidadão, Jorge Rafael, é uma das maiores pérolas que já li nessa vida. Chorei!

* Fantástico em saber que não há uma rivalidade entre fãs de Die Toten Hosen e Die Ärzte. Os caras terem tocado "Schrei nach Liebe" deve ser a maior prova disso. Uma pena que isso não acontece com outras bandas que escuto. Aquela revista então, com o tema Die Ärzte x Die Toten Hosen que tu ganhou, "não é o que parece".

* Ok, começo a aceitar o fato da banda já ter feito sucesso mundial antes do lançamento de Guitar Hero. Tinha essa falsa impressão porque conheci a banda pelo jogo, assim como alguns amigos meus. Porém a música, "Hier kommt Alex", me corrija se eu estiver errado, teve uma contribuição muito grande para o sucesso da banda. Tanto que deve ser uma das mais famosas deles, com a contribuição do jogo.

* A Meg é linda. Amei ela só por uma foto.

* Cadê o Setlist oficial do show? Não divulgaram a foto?

Buffon disse...

PARTE II (Pois ao que parece há um limite de caracteres nesse Blogger e eu o excedi)

Continuando...

* Campino parou o show no meio de "Hier kommt Alex" porque a emoção e adrenalina em ouvir essa música é muito grande. Compreensível que alguém tenha passado mal ou tenha sofrido um infarto.

* Fico imaginando o momento de "Steh auf, wenn du am Boden bist", em em todos os cenários possíveis eu choro de emoção.

* Se eu morrer antes de ver essa foto tua com o Tobi que passou no telão, quero que vocês todos vão para o inferno.

* Campino chamando pro palco uma guria. Da Áustria. Pra cantar com ele. Faz piadinha com o futebol. Beija a guria na boca. Que momento, que momento! Anota aí: vai ter fã alemã do cara, declarando guerra a Áustria e invadindo o país.

* Quando é que eu não sou legal com você, Mosqueteira? Quando é que eu pedi algo para você? (Não responda!). Posso escrever páginas e páginas das razões pelas quais eu sou importante para você e porque mereço esse copo do DTH. Você sempre esteve no meu coração. Ele é só seu, sempre foi. Sempre foi, Mosqueteira.

* Ok, olhei para a pulseira, dei até zoom. É para eu reparar em algo específico ou simplesmente admirá-la e invejá-la?


Enfim, fico feliz que tudo tenha dado certo e que você tenha realmente aproveitado o show. Cansei de escrever, por hoje é só.

Sayonara!

Erica Ferro disse...

Ah, cacilda! Que massa! Que momento! QUE MOMENTO! =D
Deve, mesmo, ter sido um dia que ficou pra história dos shows fantásticos da sua vida, de toda a sua vida. E que coisa mais louca isso de você conhecer pessoas excêntricas por onde passa, hein? Louca e legal.
Okay, fiquei chocada com o lance do Campino deu na boca da moçoila. Como assim, gente? Imagina se ele te chama pra cantar lá e te tasca um beijo na boca? Tua cara, como ficaria? HAHAHAHA
Choquei! E esse punk, hein? Tinha namorada? Como sabe? Hum... Ele era bonito, pelo menos? Quero só ver esse seu amigo punk.
Essa tua foto deitada tá tri sexy, hein? Os minos piram! hahahaha
Enfim, acho que tinha um monte de coisas pra comentar, mas não me lembro bem o quê. Porém, certamente, eram avacalhações, hahaha.

Por fim: você nunca mais ouvirá "Amigo punk" sem se lembrar do punk do show do Die Toten Hosen.

E inveja eu vou sentir quando ler teu post sobre o show do Die Prinzen.
Sortuda!